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Flores de Cinza

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30 Dez 2025

Resumo de 2025

2025 em revista Eis o tempo dos balanços - para concluirmos frequentemente que grande parte das boas intenções e os objectivos delineados no primeiro dia do ano não se cumpriram. Mesmo assim aqui vão alguns tópicos, em estilo de lista de compras, de algo de bom que foi acontecendo, sobretudo no campo da literatura e publicações, pois o resto pertence a um outro território. 1 livro de poemas publicado: Flores de Cinza, col.12catorze, ed. Húmus - (apresentado em São Brás de Alportel, Vila Nova de Gaia e Alvito, recebeu 3 recensões. Foi sugerido como prenda de Natal pela Revista Novos Livros. Teve poemas lidos no podcast dos Alumni da Universidade do Porto, por Isabel Marcolino e no programa A Culpa e das estrelas, de Jorge Cravo, na Rádio Terra Nova. Colaboração em vários meio de comunicação: Jornal do Algarve (crónica quinzenal) Revista Caliban, Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, Suplemento Parágrafo do Jornal Ponto Final (Macau), Revista Meridional, Anais da Cidade de Faro, Revista de Cultura de São Brás, Revista Académica SIC (Associação de Professores de Literatura do Uruguai), jornal Notícias de São Brás, Açoriano Oriental, no finado Jornal de Letras... Publicações em 5 antologias: Amor (ASSESTA), Minas (ASSESTA), Numa rua completamente às escuras movem-se estes versos (Poética edições), O silêncio grita (Edições Esgotadas), Terra, Homenagem a Miguel Torga. Entrevistas dadas a jornais e rádios, em Macau e Portugal Sessões para alunos de escolas secundárias em Barcelos, Lousada, Vila Viçosa e Ourique. Participação nas Feiras do Livro de Beja e Ourique... Participação no Festival Literário Entre Mares de Portimão, no Aqui vai Livre (Lisboa) entre outras. Apresentação de 5 livros, de vários autores. Convidada para as sessões/palestras: Viagens escritas e desenhadas Conversas sobre Literatura de Viagem (Casa Abel Salazar, AMAI e Universidade do Porto; Ciclo de Conferências “Errâncias, culturas e identidades” da Biblioteca Eduardo Lourenço (Guarda), "Letras em Viagem" (Escola Superior de Turismo do Estoril)... Apresentação de comunicações nas Conferências de Primavera, no Centro Científico e Cultural de Macau e no Congresso Do CHAM , intitulado History, Culture and Heritage 2025: Fears, Beliefs and Representations (online, por motivos de força maior). Ainda a participação em 2 júris de mestrado e 2 júris de prémios literários. Por tudo e a todos, a minha gratidão e os votos de felicidades para 2026!

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30 Dez 2025

O flâneur de Paris de João B. Ventura – deambulações rumo à essência

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30 Dez 2025

Elisabeth Phelps com a Madeira no Coração, de Cláudia Ferreira Faria- texto publicado no Açoriano Oriental

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30 Dez 2025

Resumo de 2025

2025 em revista Eis o tempo dos balanços - para concluirmos frequentemente que grande parte das boas intenções e os objectivos delineados no primeiro dia do ano não se cumpriram. Mesmo assim aqui vão alguns tópicos, em estilo de lista de compras, de algo de bom que foi acontecendo, sobretudo no campo da literatura e publicações, pois o resto pertence a um outro território. 1 livro de poemas publicado: Flores de Cinza, col.12catorze, ed. Húmus - (apresentado em São Brás de Alportel, Vila Nova de Gaia e Alvito, recebeu 3 recensões. Foi sugerido como prenda de Natal pela Revista Novos Livros. Teve poemas lidos no podcast dos Alumni da Universidade do Porto, por Isabel Marcolino e no programa A Culpa e das estrelas, de Jorge Cravo, na Rádio Terra Nova. Colaboração em vários meio de comunicação: Jornal do Algarve (crónica quinzenal) Revista Caliban, Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, Suplemento Parágrafo do Jornal Ponto Final (Macau), Revista Meridional, Anais da Cidade de Faro, Revista de Cultura de São Brás, Revista Académica SIC (Associação de Professores de Literatura do Uruguai), jornal Notícias de São Brás, Açoriano Oriental, no finado Jornal de Letras... Publicações em 5 antologias: Amor (ASSESTA), Minas (ASSESTA), Numa rua completamente às escuras movem-se estes versos (Poética edições), O silêncio grita (Edições Esgotadas), Terra, Homenagem a Miguel Torga. Entrevistas dadas a jornais e rádios, em Macau e Portugal Sessões para alunos de escolas secundárias em Barcelos, Lousada, Vila Viçosa e Ourique. Participação nas Feiras do Livro de Beja e Ourique... Participação no Festival Literário Entre Mares de Portimão, no Aqui vai Livre (Lisboa) entre outras. Apresentação de 5 livros, de vários autores. Convidada para as sessões/palestras: Viagens escritas e desenhadas Conversas sobre Literatura de Viagem (Casa Abel Salazar, AMAI e Universidade do Porto; Ciclo de Conferências “Errâncias, culturas e identidades” da Biblioteca Eduardo Lourenço (Guarda), "Letras em Viagem" (Escola Superior de Turismo do Estoril)... Apresentação de comunicações nas Conferências de Primavera, no Centro Científico e Cultural de Macau e no Congresso Do CHAM , intitulado History, Culture and Heritage 2025: Fears, Beliefs and Representations (online, por motivos de força maior). Ainda a participação em 2 júris de mestrado e 2 júris de prémios literários. Por tudo e a todos, a minha gratidão e os votos de felicidades para 2026!

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30 Dez 2025

O flâneur de Paris de João B. Ventura – deambulações rumo à essência

Críticas

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5 Out 2025

Dora Gago, Flores de cinza, Ed. Húmus, Famalicão, 2025, 90pp | Silvia Quinteiro

Excelente recensão da Professora Sílvia Quinteiro, da Universidade do Algarve, sobre Flores de Cinza

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26 Abr 2025

Flores de Cinza de Dora Nunes Gago: quando o exílio se escreve com pétalas de memória

ªLer Flores de Cinza é, portanto, uma experiência profundamente íntima e, ao mesmo tempo, universal. É uma meditação sobre a impermanência, mas também um gesto de resistência poética. Ao longo destas páginas, Dora Nunes Gago oferece-nos não apenas poesia, mas um mapa do sentir humano, bordado com exílios, travessias e reencontros, com os outros, com os lugares, com a linguagem, consigo mesma. Cada verso é uma tentativa de inscrever no papel aquilo que o tempo tenta apagar. Este livro não é um epílogo, mas um recomeço. E como toda a boa poesia, termina onde começa: no território indizível da emoção. Com ele, aprendemos que há flores que só a cinza faz nascer, e talvez a esperança seja uma delas. E é talvez essa esperança, discreta mas insistente, que faz da poesia de Dora Gago um lugar de resistência e beleza.ª

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3 Fev 2025

Palavras Nómadas de Dora Gago, recensão de Isabel Cristina Mateus (Univ. do Minho), publicada na revista académica Lit &Tour da Universidade do Algarve

"Palavras Nómadas é, antes pelo contrário, um conjunto de crónicas acerca da experiência individual do mundo, do confronto, descoberta e reflexão de uma mulher viajante nos diversos lugares e geografias que percorreu, a crónica da experiência subjetiva da estranheza do mundo. E se a autora de Palavras Nómadas tem mundo!"

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