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4 Mai 2026
Apresentação de Quem rasgou os meus lençóis de linho? pela Escritora Lídia Jorge, na Casa do Meio-Dia, em Loulé

Críticas
15 Mai 2026
Texto de Lídia Jorge sobre Quem rasgou os meus lençóis de linho?
Toda a minha gratidão por este texto de Lídia Jorge, do qual transcrevo este excerto: «Trata-se de um romance sobre um estado de excepção do ponto de vista global. Experiências da comunidade rente ao limite. E, no entanto, como empreendimento literário, a imersão na vida pessoal, memória, pensamento e sonho, transformam a experiência narrada numa pequena obra-prima sobre o tema universal da perda íntima. Este livro não tem tambores a anunciá-lo. Mas deveria ter um que avisasse os leitores de que há silêncios que anunciam páginas inesquecíveis.». Lídia Jorge

Dora Gago
Este é um espaço de viagem, cais de partida e de chegada, pela literatura, pela escrita, pelo mundo e pela vida.
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Uma profunda leitura de Quem rasgou os meus lençóis de linho? por Joaquim Margarido
Críticas
29 Ago 2026

Conversa com Raquel Marinho na Feira do Livro de Tavira, 18 de Julho, 21h
Eventos
12 Jul 2026

Gruta de Camões - no programa Crónicas Portuguesas, da RTP Mundo
Entrevistas
12 Jul 2026

Quem rasgou os meus lençóis de linho? na Feira do Livro de Lisboa
Eventos
17 Jun 2026
Categorias
livros
traduções
críticas
eventos
publicações
entrevistas

Eventos
12 Jul 2026
Conversa com Raquel Marinho na Feira do Livro de Tavira, 18 de Julho, 21h
Agradeço muito o convite da Maria Luísa Francisco para conversar com Raquel Marinho na Feira do Livro de Tavira. Foi uma honra e um privilégio esta excelente conversa.

Publicações
15 Fev 2026
Ano Novo Lunar
conto publicado no suplemento Parágrafo do Jornal Ponto Final, de Macau

Publicações
15 Fev 2026
Ficar sem quilómetros
crónica publicada no Jornal do Algarve, baseada em factos verídicos

Eventos
12 Jul 2026
Conversa com Raquel Marinho na Feira do Livro de Tavira, 18 de Julho, 21h
Agradeço muito o convite da Maria Luísa Francisco para conversar com Raquel Marinho na Feira do Livro de Tavira. Foi uma honra e um privilégio esta excelente conversa.

Publicações
15 Fev 2026
Ano Novo Lunar
conto publicado no suplemento Parágrafo do Jornal Ponto Final, de Macau

Críticas
29 Ago 2026
Uma profunda leitura de Quem rasgou os meus lençóis de linho? por Joaquim Margarido
“Quem Rasgou os Meus Lençóis de Linho?”, de Dora Gago, é um livro ditado pela memória, pela experiência e pela literatura. Depois de “Palavras Nómadas” e “Floriram por Engano as Rosas Bravas”, nos quais a autora evidencia uma enorme acuidade em apreender Macau nos seus múltiplos contrastes, este livro constitui um regresso a uma cidade simultaneamente reconhecível e estranha, fechada sobre si mesma pela pandemia e pelas rigorosas medidas de confinamento. Nesse território suspenso, onde o luxo dos casinos convive com a miséria dos trabalhadores migrantes, cruzam-se Ana Cláudia, Jenny e Kate, três mulheres com histórias, feridas e desejos muito diferentes. Com elegância e uma enorme subtileza, a romancista aproxima estas vidas sem forçar encontros nem transformar coincidências em artifícios narrativos. As personagens tocam-se, contaminam-se, deixam marcas umas nas outras, como se pertencessem a uma mesma cartografia da fragilidade. É tempo de expôr as contradições de uma sociedade onde a prosperidade coexiste com a fome, a vigilância convive com a solidão e os mais vulneráveis, sobretudo as mulheres, suportam o peso maior da violência, da precariedade, do desemprego e da exclusão.» (...) A escrita é sensorial, por vezes febril, capaz de transformar um perfume, um vestido vermelho, um abraço ou uma mesa de jogo em sinais de desejo, obsessão ou desespero. As imagens da aranha e da serpente, o dragão, os rituais chineses, os fantasmas e os sonhos participam dessa atmosfera inquietante. E há ainda a presença tutelar de Camilo Pessanha, de Maria Ondina Braga e de Lídia Jorge, entre outras referências, numa escrita que assume a literatura como memória, diálogo e matéria de reinvenção. (...) Entre o barrocal e Macau, entre a memória e o presente, entre a loucura e a sanidade, Dora Gago constrói um romance de fragmentos que teimam em agregar-se. O título, tomado de um verso de Pessanha, anuncia desde logo essa poética da rasgadura: há qualquer coisa que foi violentamente interrompida, mas também qualquer coisa que insiste em permanecer. Dora Gago mostra que, quando tudo parece desfeito - o amor, a estabilidade, a identidade, a própria ideia de futuro -, sobrevivem a linguagem, a memória e a capacidade de continuar. É nesse gesto frágil de resistência, entre feridas e metamorfoses, que a literatura de Dora Gago encontra a sua mais funda humanidade.

Críticas
15 Mai 2026
Texto de Lídia Jorge sobre Quem rasgou os meus lençóis de linho?
Toda a minha gratidão por este texto de Lídia Jorge, do qual transcrevo este excerto: «Trata-se de um romance sobre um estado de excepção do ponto de vista global. Experiências da comunidade rente ao limite. E, no entanto, como empreendimento literário, a imersão na vida pessoal, memória, pensamento e sonho, transformam a experiência narrada numa pequena obra-prima sobre o tema universal da perda íntima. Este livro não tem tambores a anunciá-lo. Mas deveria ter um que avisasse os leitores de que há silêncios que anunciam páginas inesquecíveis.». Lídia Jorge

Críticas
13 Mai 2026
Excerto do texto de apresentação da escritora Lídia Jorge sobre Quem rasgou os meus lençóis de linho?
«Trata-se de um romance sobre um estado de excepção do ponto de vista global. Experiências da comunidade rente ao limite. E, no entanto, como empreendimento literário, a imersão na vida pessoal, memória, pensamento e sonho, transformam a experiência narrada numa pequena obra-prima sobre o tema universal da perda íntima. Este livro não tem tambores a anunciá-lo. Mas deveria ter um que avisasse os leitores de que há silêncios que anunciam páginas inesquecíveis.». Lídia Jorge

Críticas
29 Ago 2026
Uma profunda leitura de Quem rasgou os meus lençóis de linho? por Joaquim Margarido
“Quem Rasgou os Meus Lençóis de Linho?”, de Dora Gago, é um livro ditado pela memória, pela experiência e pela literatura. Depois de “Palavras Nómadas” e “Floriram por Engano as Rosas Bravas”, nos quais a autora evidencia uma enorme acuidade em apreender Macau nos seus múltiplos contrastes, este livro constitui um regresso a uma cidade simultaneamente reconhecível e estranha, fechada sobre si mesma pela pandemia e pelas rigorosas medidas de confinamento. Nesse território suspenso, onde o luxo dos casinos convive com a miséria dos trabalhadores migrantes, cruzam-se Ana Cláudia, Jenny e Kate, três mulheres com histórias, feridas e desejos muito diferentes. Com elegância e uma enorme subtileza, a romancista aproxima estas vidas sem forçar encontros nem transformar coincidências em artifícios narrativos. As personagens tocam-se, contaminam-se, deixam marcas umas nas outras, como se pertencessem a uma mesma cartografia da fragilidade. É tempo de expôr as contradições de uma sociedade onde a prosperidade coexiste com a fome, a vigilância convive com a solidão e os mais vulneráveis, sobretudo as mulheres, suportam o peso maior da violência, da precariedade, do desemprego e da exclusão.» (...) A escrita é sensorial, por vezes febril, capaz de transformar um perfume, um vestido vermelho, um abraço ou uma mesa de jogo em sinais de desejo, obsessão ou desespero. As imagens da aranha e da serpente, o dragão, os rituais chineses, os fantasmas e os sonhos participam dessa atmosfera inquietante. E há ainda a presença tutelar de Camilo Pessanha, de Maria Ondina Braga e de Lídia Jorge, entre outras referências, numa escrita que assume a literatura como memória, diálogo e matéria de reinvenção. (...) Entre o barrocal e Macau, entre a memória e o presente, entre a loucura e a sanidade, Dora Gago constrói um romance de fragmentos que teimam em agregar-se. O título, tomado de um verso de Pessanha, anuncia desde logo essa poética da rasgadura: há qualquer coisa que foi violentamente interrompida, mas também qualquer coisa que insiste em permanecer. Dora Gago mostra que, quando tudo parece desfeito - o amor, a estabilidade, a identidade, a própria ideia de futuro -, sobrevivem a linguagem, a memória e a capacidade de continuar. É nesse gesto frágil de resistência, entre feridas e metamorfoses, que a literatura de Dora Gago encontra a sua mais funda humanidade.

Críticas
15 Mai 2026
Texto de Lídia Jorge sobre Quem rasgou os meus lençóis de linho?
Toda a minha gratidão por este texto de Lídia Jorge, do qual transcrevo este excerto: «Trata-se de um romance sobre um estado de excepção do ponto de vista global. Experiências da comunidade rente ao limite. E, no entanto, como empreendimento literário, a imersão na vida pessoal, memória, pensamento e sonho, transformam a experiência narrada numa pequena obra-prima sobre o tema universal da perda íntima. Este livro não tem tambores a anunciá-lo. Mas deveria ter um que avisasse os leitores de que há silêncios que anunciam páginas inesquecíveis.». Lídia Jorge

Eventos
17 Jun 2026
Quem rasgou os meus lençóis de linho? na Feira do Livro de Lisboa
Apresentação de Quem rasgou os meus lençóis de linho? pelo editor e escritor Dinis H. Machado, ao lado do livro Névoa na sala de Mélio Tinga

Eventos
13 Mai 2026
Pontualidade Literária: apresentação de Quem rasgou os meus lençóis de linho? por Lídia Jorge, na Casa do Meio-Dia, em Loulé.
Foi muito emocionante ter tido uma das maiores vozes da Literatura a apresentar o meu romance Quem rasgou os meus lençóis de linho? editado pela the Poets and Dragons Society. Um privilégio e uma honra que muito agradeço.

Publicações
4 Mai 2026
Apresentação de Quem rasgou os meus lençóis de linho? por Rogério Puga e Dinis H. Machado na Livraria da Poets and Dragons
Na livraria da Poets and Dragons, com sala cheia e o privilégio da apresentação por Rogério Puga, Professora da Universidade Nova e Dinis H. Machado, meu editor e também escritor.

Eventos
17 Jun 2026
Quem rasgou os meus lençóis de linho? na Feira do Livro de Lisboa
Apresentação de Quem rasgou os meus lençóis de linho? pelo editor e escritor Dinis H. Machado, ao lado do livro Névoa na sala de Mélio Tinga

Eventos
13 Mai 2026
Pontualidade Literária: apresentação de Quem rasgou os meus lençóis de linho? por Lídia Jorge, na Casa do Meio-Dia, em Loulé.
Foi muito emocionante ter tido uma das maiores vozes da Literatura a apresentar o meu romance Quem rasgou os meus lençóis de linho? editado pela the Poets and Dragons Society. Um privilégio e uma honra que muito agradeço.

Entrevistas
12 Jul 2026
Gruta de Camões - no programa Crónicas Portuguesas, da RTP Mundo
Participação no programa Crónicas Portuguesas da RTP Mundo, a convite de André Canhoto

Entrevistas
15 Mai 2026
Entrevista para o «Quadro de Honra» do Diário do Alentejo
Entrevista ao jornalista José Serrano, do Diário do Alentejo, sobre o romance Quem rasgou os meus lençóis de linho? Ed. The Poets and Dragons Society

Entrevistas
13 Mai 2026
Entrevista sobre Quem rasgou os meus lençóis de linho? à Revista Novos Livros
Entrevista dada a JA Carneiro Nunes para a revista Novos Livros

Entrevistas
12 Jul 2026
Gruta de Camões - no programa Crónicas Portuguesas, da RTP Mundo
Participação no programa Crónicas Portuguesas da RTP Mundo, a convite de André Canhoto

Entrevistas
15 Mai 2026
Entrevista para o «Quadro de Honra» do Diário do Alentejo
Entrevista ao jornalista José Serrano, do Diário do Alentejo, sobre o romance Quem rasgou os meus lençóis de linho? Ed. The Poets and Dragons Society

Prémios
17 Set 2024
Entrega do Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga
Cerimónia de entrega no Prémio, no salão Nobre da Câmara

Prémios
11 Jul 2024
Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga (Associação Portuguesa de Escritores)
Uma grande alegria ter visto o meu livro Palavras Nómadas distinguido com o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga.

Prémios
28 Jan 2024
Prémio Juventude 2004, área de Letras
Prémio atribuído pela Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 2004

Prémios
17 Set 2024
Entrega do Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga
Cerimónia de entrega no Prémio, no salão Nobre da Câmara

Prémios
11 Jul 2024
Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga (Associação Portuguesa de Escritores)
Uma grande alegria ter visto o meu livro Palavras Nómadas distinguido com o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga.

Traduções
4 Nov 2025
Narrativa internacional
Publicação de crónicas de Palavras Nómadas traduzidas para espanhol, publicadas na revista peruana Kametsa

Traduções
21 Abr 2024
Tradução de "O marido imaginário" para italiano por Vanessa Castagna
Apresentação da tradução de O marido imaginário por Vanessa Castagna na sessão Il Tempo del Donni, na Universidade Ca Foscari, em Veneza, a 24 de Novembro de 2023.

Traduções
7 Mar 2023
3 short stories by Dora Nunes Gago, translated by Vanessa Boutefeu from the book Floriram por engano as rosas bravas

Traduções
4 Nov 2025
Narrativa internacional
Publicação de crónicas de Palavras Nómadas traduzidas para espanhol, publicadas na revista peruana Kametsa

Traduções
21 Abr 2024
Tradução de "O marido imaginário" para italiano por Vanessa Castagna
Apresentação da tradução de O marido imaginário por Vanessa Castagna na sessão Il Tempo del Donni, na Universidade Ca Foscari, em Veneza, a 24 de Novembro de 2023.

Dora Gago
Este é um espaço de viagem, cais de partida e de chegada, pela literatura, pela escrita, pelo mundo e pela vida.
Leia as últimas publicações

Uma profunda leitura de Quem rasgou os meus lençóis de linho? por Joaquim Margarido
Críticas
29 Ago 2026

Conversa com Raquel Marinho na Feira do Livro de Tavira, 18 de Julho, 21h
Eventos
12 Jul 2026

Gruta de Camões - no programa Crónicas Portuguesas, da RTP Mundo
Entrevistas
12 Jul 2026

Quem rasgou os meus lençóis de linho? na Feira do Livro de Lisboa
Eventos
17 Jun 2026
Categorias
livros
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