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23 Mar 2024

Tempestade ainda — as vozes sombrias do passado projectadas no presente

texto sobre a peça de teatro "Tempestade ainda", baseada num conto de peter Handke e representada no Teatro Aberto.

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23 Mar 2024

'Da crise da narração à tirania do vazio'

Reflexão, partindo do livro de Byung Chul Han, sobre a crise da narração e as suas consequências

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25 Fev 2024

Homem do leme

'(…) Quando ouvimos a mesma canção, há essa centelha de esperança, mesmo que a vontade de ir, de partir não se desenhe no horizonte, que o futuro seja um oceano a conquista. (…) ' in Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/ensino/o-homem-do-leme/5442 [consultado em 25-02-2024]

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17 Fev 2024

Uma luz em tempo de trevas

'Acima de tudo, urgiria revelar-lhes um segredo: há uma arte que constrói mundos paralelos ao nosso, permitindo entender a realidade ou até fugir dela, enraizada naquilo que de mais profundo habita a natureza, a alma humana. Através dela, conhecemos mundos, vidas edificadas desde o início dos séculos, a cruzar culturas e civilizações, desvendando esculturas de nevoeiro. Liberta-nos dos mais diversos espaços de tédio, de confinamento, de aborrecimento, a começar e a acabar nas garras do quotidiano, nas salas de espera de consultórios, hospitais ... O seu nome é Literatura. E ler, como referiu Proust, é «acender um milagre profundo, em tempos de trevas, onde a luz nunca foi tão necessária».' in Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/artigos/rubricas/idioma/uma-luz-em-tempo-de-trevas/5424# [consultado em 17-02-2024]

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13 Fev 2024

40 anos de escritas

“Uma estrela espera-te desde toda a eternidade. Procura-a. E vê se não a perdes depois para durante a vida inteira, se acaso é possível encontrá-la.”  Vergílio Ferreira, Escrever No dia 12 de Fevereiro de 1984, comecei a escrever. Entrei, então, num estranho reino encantado, erguido pelos tijolos da palavra. Um mundo além do mundo onde detinha poderes de deusa: criava gente, tecia, destecia-lhes vidas como se nos meus dedos se concentrassem os poderes de todas as parcas. Destinos que podia comandar, fazer, desfazer. Ninguém me impediria de trilhar os caminhos que bem entendesse. Inaugurava, sem saber, um território de total, absoluta liberdade, protegido do quotidiano, ancorado além de todas as dores que enformam os dias. (Excerto adaptado de "Ainda em Laos: sob a estrela da palavra" de Palavras nómadas.

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27 Jan 2024

Do verbo aziar ao nécessaire

Reflexão acerca da da falta de leitura e de vocabulário

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