Críticas

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23 Mar 2024

Palavras nómadas de Dora Gago, por Conceição Brandão

Texto de Conceição Brandão sobre Palavras nómadas publicado no jornal o Louzadense

Críticas

17 Fev 2024

Recensão sobre Palavras Nómadas

Críticas

15 Jan 2024

Recensão de Palavras Nómadas na Revista Colóquio Letras n. 215, jan 2024, pelo Prof. Álvaro Manuel Machado

Críticas

15 Jan 2024

Palavras nómadas de Dora Gago no Repórter Sombra, por Olinda P. Gil

Críticas

11 Jan 2024

Recensão crítica de Sílvia Quinteiro (Universidade do Algarve), publicada na Revista académica Limite, Universidade da Extremadura, Espanha

"De facto, este é um livro singular, com textos irrepetíveis e que só podia ter saído de uma mão, ou se preferirmos, de uma mãe: de uma viajante encantada com os destinos, com os mistérios que estes lhes reservam, com a descoberta; de alguém que encara com enorme humor os pequenos e grandes incidentes da viagem. Porém, a mão que escreve este livro é também condicionada pelo facto de ser o de alguém com um olhar informado e analítico. O olhar de uma professora e investigadora rigorosa na área da Literatura Comparada, que transparece a cada momento na forma como se posiciona perante o Outro e como estabelece conexões, nomeadamente entre textos, autores, personagens e factos históricos." (Sílvia Quinteiro)

Críticas

15 Dez 2023

Palavras nómadas no blogue errosmeusmafortunamorardente

Uma leitura de Palavras Nómadas por Joaquim Margarido: "Chegamos ao fim de “Palavras Nómadas” com a sensação de termos feito uma longa viagem. Exploratória, diversa, distinta, de abertura a novos lugares, a novas ideias, a novas formas de estar e ver o mundo. Feita por interposta pessoa, uma viagem que nos convida a vestir a pele da escritora, a abraçar o risco do desconhecido, a partir à aventura. De Montevideu a Londres, de Pequim a Varanasi, com âncora mais ou menos fixa em Macau, iremos perceber que são ilimitados os tons que cobrem esta nossa “bola colorida” e que é muito mais o que nos une que aquilo que nos separa. Conjunto de cinquenta crónicas, com um belíssimo prefácio de Onésimo Teotónio Almeida e uma nota final redigida pela autora, “Palavras Nómadas” faz-se de “mochila da memória” às costas, num assumir a deriva como forma de reconhecimento, reaprendizagem e readaptação a um mundo que pula e avança, que teima em escapar-nos. “Isto porque, inevitavelmente, os lugares mudam e nós também”. (...) Ler “Palavras Nómadas” é debruçar um olhar sobre nós próprios, tão carregado está o livro de memórias que reconhecemos como nossas, tantas as emoções convocadas, nas quais nos revemos e que abraçamos de forma particular." (...) É Macau, com todos os mundos dentro do seu mundo. Mundos que Dora Nunes Gago tão bem sabe esculpir no mármore das palavras, tratando o improvável com ironia e carregando de humor a sua escrita (veja-se o que podemos sugerir a uma canção dos Xutos e Pontapés). Ao mesmo tempo, no meio de tanta azáfama, é capaz de se deitar furtivamente na relva, por companhia Haruki Murakami e o seu “Auto-retrato do Escritor Enquanto Corredor de Fundo”. E quem diz Murakami, diz Orhan Pamuk ou Emily Dickinson, Garcia Marquez ou H. P. Lovecraft, V. S. Naipul ou Maria Ondina Braga, Camilo Pessanha ou Lídia Jorge. As boas companhias - leia-se, “os seus escritores de culto” - no mesmo plano do “Outro”, assim mesmo, com inicial maiúscula, o mesmo Outro que vem provar o quanto a cartografia do nosso mundo é desenhada pelo mapa dos afectos.

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