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publicado em 5 Out 2025

Setembro e os recomeços

Setembro sempre foi tempo de recomeços e, tantas vezes, de novos caminhos, como tem sucedido nos últimos tempos.

Foi um mês cheio entre o que se concretizou, o que poderia ter sido feito, o que não aconteceu, devido às rasteiras que a vida vai pregando, de vez em quando.

Quanto a balanço de publicações e actividades, em estilo de lista de supermercado:

-Nova colaboração na Revista Incomunidade, onde foram publicados poema meus e também uma linda recensão crítica de Sílvia Quinteiro sobre Flores de Cinza. O link para a revista que vale a pena ler e conhecer está em:

InComunidade — A Revista Online

-Colaboração na nova Revista Ogygia editada nos Açores, por Vera Pires, Avelina da Silveira e Paula de Sousa Lima, que visa dar voz às mulheres e vale muito a pena conhecer, no link: Ogygia: Revista Literária

-Houve também, no dia 14, a participação em duas atividades da Feira do Livro de Beja, a convite da Biblioteca Municipal e da ASSESTA (Associação de Escritores do Alentejo), moderadas por Marco Cândido e Elsa Ligeiro.

-Participei ainda com um conto na Antologia da ASSESTA, subordinada ao tema "O Amor", com prefácio de Sara Rodi.

-Foi lançado o 47.º Volume dos Anais do Município de Faro, coordenado pelo Prof. Guilherme d Oliveira Martins, no qual colaboro com o texto "António Ramos Rosa: respirar poesia e claridade".

-Publiquei, na Revista Caliban, uma nota de leitura sobre o livro Um osso quase invisível de Lauren Mendinueta, publicado pela The Poets and Dragons Society.

-Participei no Congresso Internacional do CHAM, intitulado "Medos, Crenças e Representações", na Universidade dos Açores, com uma comunicação sobre a obra da escritora Ana Margarida de Carvalho.

-Publiquei o habitual texto no suplemento Parágrafo do Jornal Ponto Final de Macau, desta vez intitulado "Delírios de Pessanha".

-Por último , continuei a minha colaboração no Jornal do Algarve, com a coluna "à sombra da Palavra" e também no site Ciberdúvidas.

Setembro foi também o mês em que, em 1997, há precisamente 28 anos, publiquei o meu primeiro livro. Era de poesia, tinha uma linda capa de António Couvinha, intitulava-se Planície de memória. Foi publicado pelas edições da Gazeta do Mundo de Língua Portuguesa, dirigidas pelos escritores Teresa Ferrer Passos e Fernando Henrique Passos.

E agora chega de balanços, pois isto dos blogues é algo de jurássico, na linha das antigas cartas, que já ninguém lê. Demasiadas letras para juntar e palavras e coisas aborrecidas dessas, assim sem imagens a mexer, nem videos, nem nada...

A foto foi tirada por mim, numa floresta outonal de Amherst, nos Estados Unidos, no início de Outubro de 2011. Pareceu-me a mais adequada para os caminhos que se vão trilhando, entre tropeções e acertos.

Dora Gago

Este é um espaço de viagem, cais de partida e de chegada, pela literatura, pela escrita, pelo mundo e pela vida.

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